Mostrando postagens com marcador obummer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obummer. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Obummer XII (Já chega, não?): Outra vez os gays

The choice of Mr. Warren, pastor of a megachurch in Orange County, Calif., is an olive branch to conservative Christian evangelicals. Mr. Warren is an outspoken opponent of abortion and same-sex marriage — litmus-test issues for Christian conservatives. In fact, his selection set off a round of criticism by gay rights groups angered by his support for California’s ban on same-sex marriages.

in New York Times

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Obummer XI: Double speak ou nationalização

No New York Times:
“We don’t want government to run companies,” Mr. Obama told Tom Brokaw on “Meet the Press.” “Generally, government historically hasn’t done that very well.”

But what Mr. Obama went on to describe was a long-term bailout that would be conditioned on federal oversight. It could mean that the government would mandate, or at least heavily influence, what kind of cars companies make, what mileage and environmental standards they must meet and what large investments they are permitted to make — to recreate an industry that Mr. Obama said “actually works, that actually functions.”

Hmm, se o Estado é bom a decidir investimentos e produção, qual é a parte de dirigir companhias em que são muito maus?

domingo, 7 de dezembro de 2008

Obummer X: Comércio

California Rep. Xavier Becerra is Obama's choice for U.S. Trade Representative, but he reportedly is not sure he wants the job. He's another skeptic when it come to free trade, having said he regretted his vote in favor of NAFTA and having led the opposition to CAFTA, the Central American Free Trade Agreement.

in Foreign Policy: Transition Update

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

OBummer VIII: Retirada do Iraque, hmmm

Iraq | 11:34 a.m. The last question was whether Mr. Obama still intended to withdraw American forces from Iraq within 16 months of his inauguration.

Mr. Obama said America is on a path to reducing forces in Iraq but didn’t answer the question directly. He said he would listen to the recommendations of commanders in the fields and that his priority would be to keep the troops safe.


in New York Times

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Fim do mundo: não é desta!

Vale a pena ler este artigo, de Tyler Cowen, do blog Marginal Revolution, no New York Times:
In short, expansionary monetary policy and wartime orders from Europe, not the well-known policies of the New Deal, did the most to make the American economy climb out of the Depression. Our current downturn will end as well someday, and, as in the ’30s, the recovery will probably come for reasons that have little to do with most policy initiatives.


Um dos pontos que vale a pena não esquecer, é que, apesar de ajudado pelas políticas governamentais, foi o mercado que saíu da crise. A crença de que o Estado sozinho pode salvar a economia, como uma espécie de Super Homem, é completamente utópica. O mundo continuará a viver numa economia de mercado com intervenção do Estado, e, como diz Luciano Amaral no seu artigo para o jornal Meia Hora, o importante, é "limitar-se ao máximo os seus efeitos perniciosos".

Muito se tem falado também de como esta crise marca o fim da economia de mercado e o príncipio de uma nova era de um maior peso do Estado na Economia, uma espécie de novo New Deal. Convém lembrar que a política do New Deal foi uma política temporária em tempos de crise, tal como vão ser as políticas de combate a esta crise. Note-se também que tanto Barack Obama com Rahm Emanuel, nos seus primeiros discursos sobre os estímulos fiscais referiram sempre o papel do mercado, por exemplo, na política energética, e frisaram a importância da descida dos impostos sobre a classe média. Ou seja, provavemente vamos ter um nível inusitadamente alto de investimento público nos próximos anos mas não será, certamente, o fim da economia de mercado, nem um caminho para a servidão.

domingo, 23 de novembro de 2008

Obummer: Esclarecimento

Para que fique claro, o Monstro acha que a vitória do Obummer é a melhor coisa que aconteceu nos últimos tempos. O Monstro tem fortes conflictos internos sobre a agenda que Obummer seguirá como presidente dos Estados Unidos mas não no respeito que sente pela sua eleição e regozija-se com o simbolismo que representa. O Monstro pensa que um bom indicador do sucesso no curto prazo da presidência do Obummer é a contínua desilusão de expectativas irreais criadas à sua volta e por isso lhe chama Obummer com um sorriso nos lábios. E quando as situações têm piada, como a Mudança chegar ao Seixal, ri-se que nem um perdido.

Obummer VII: Os cartazes oportunistas

Preparem-se, a mudança por especificar mas vagamente relacionada com a vitória do Obummer está a chegar ao Seixal. Just do it! Também!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Obummer V: Obama não é árabe II

Nem muçulmano, mas o seu pai era:
O egípcio acusa ainda Obama de ter virado as costas às suas raízes muçulmanas para assumir “uma posição hipócrita em relação a Israel”. “Nasceste de um pai muçulmano, mas escolheste ficar ao lado dos inimigos dos muçulmanos”, refere, numa referência ao compromisso assumido pelo Presidente eleito de continuar a aliança com o Estado israelita.


Já repararam no Bin Laden com óculos?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Obummer III: Mudança em Hollywood

Cheira-me que muita gente vai ficar desapontada.

Obummer II: Obama não é um árabe.

Nem o seu chefe de gabinete. Nem o pai do seu chefe de gabinete:

"Obviously, he will influence the President to be pro-Israel," said the elder Emanuel, who immigrated to the U.S. from Israel in the 1950s. "Why shouldn't he do it? What is he, an Arab? He's not going to clean the floor of the White House."

Mas garantimos desde já, que acima de tudo, esta gente é toda decente e homens de família e o Moha, the Janitor também.

O Monstro ainda está a ressacar da eleição americana.

Obummer I: Proposition 8

O Monstro acha que tudo o que é bom é culpa do Obama (mas tudo o que é mau também): Casamento entre pessoas do mesmo sexo proibido na California.

Montes de discussão sobre isto aqui (incluindo uma refutação aborrecida).