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sábado, 20 de dezembro de 2008
O problema da concentração de poder
Dias depois da recusa do Senado, Bush "ajuda Detroit".
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Fontes fidedignas
Plano para o sector automóvel salva seis mil empregos
Se o Sócrates diz, então é verdade!
Se o Sócrates diz, então é verdade!
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José Sócrates
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Dilema do Prisioneiro, outra vez
One thing here is that as best I can tell none of the five countries — US, Japan, Germany, France, Korea — with substantial auto industries are willing to let their national favorites fail. And yet there seems to be substantial global overcapacity in car manufacturing. If a few of the existing firms are allowed to fail, then the survivors will be in good shape. But if nobody fails, then all the firms worldwide will be left suffering because of overcapacity problems, all potentially drawing bailouts and subsidies indefinitely.
Tudo isto e mais aqui. (via Marginal Revolution)
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Obummer XI: Double speak ou nationalização
No New York Times:
Hmm, se o Estado é bom a decidir investimentos e produção, qual é a parte de dirigir companhias em que são muito maus?
“We don’t want government to run companies,” Mr. Obama told Tom Brokaw on “Meet the Press.” “Generally, government historically hasn’t done that very well.”
But what Mr. Obama went on to describe was a long-term bailout that would be conditioned on federal oversight. It could mean that the government would mandate, or at least heavily influence, what kind of cars companies make, what mileage and environmental standards they must meet and what large investments they are permitted to make — to recreate an industry that Mr. Obama said “actually works, that actually functions.”
Hmm, se o Estado é bom a decidir investimentos e produção, qual é a parte de dirigir companhias em que são muito maus?
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Ou pelo menos, assim diz Obama
Governo anuncia plano de apoio ao sector automóvel de 900 milhões de euros:
O sector automóvel é vital para a economia do país? Desde quando? O sector automóvel à muitos anos que recebe um tratamento preferencial por parte do Estado português e não faz absolutamente sentido nenhum. É tão vital para a economia portuguesa como o BPPnão é para o nosso sector financeiro.
Já é suficientemente rídiculo que nos E.U.A. se ajude o sector automóvel de Detroit mas, tenhamos dó, lá o sector representa uma fracção muito maior do emprego de um grande Estado e não sobrevive há 10 anos graças a ajudas e mais ajudas de sucessivos governos.
O que, sim, é vital para a economia portuguesa é que o Governo deixe de decidir por si quais são os sectores a preveligiar e deixe o mercado fazer isso.
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse que estas medidas de apoio visam "salvar empregos e melhorar a competitividade de um sector que é vital para a economia do país".
O sector automóvel é vital para a economia do país? Desde quando? O sector automóvel à muitos anos que recebe um tratamento preferencial por parte do Estado português e não faz absolutamente sentido nenhum. É tão vital para a economia portuguesa como o BPP
Já é suficientemente rídiculo que nos E.U.A. se ajude o sector automóvel de Detroit mas, tenhamos dó, lá o sector representa uma fracção muito maior do emprego de um grande Estado e não sobrevive há 10 anos graças a ajudas e mais ajudas de sucessivos governos.
O que, sim, é vital para a economia portuguesa é que o Governo deixe de decidir por si quais são os sectores a preveligiar e deixe o mercado fazer isso.
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Investimento Público
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sobre a ajuda à indústria automóvel
No seu último post, Gonçalo defende a ajuda governamental à indústria automóvel, começando por afirmar que não se trata de um bailout. Talvez estejamos em desacordo quanto a definições, mas, não vejo como é que a ajuda financeira a empresas em apuros não é um bailout.
No seu post Gonçalo refere uma notícia que se refere aos produtores de automóveis ingleses, que parece agora estar mais longe de vir a acontecer.
Gonçalo chama isto de um estímulo económico e remete-nos para um artigo, de Patrick Bolton e Joseph Farrell, que afirma:
Ora, no caso da indústria automóvel, pelo menos a mericana, a informação é já bastante pública há muito tempo de que esta indústria é ineficiente e já desde há muito tempo que é óbvio que esta não consegue sobreviver por si só. Por outro lado, invocar a crise do crédito para justificar um bailout para esta indústria passa ao lado do facto de que esta indústria já estava a necessitar de ajuda muito antes da crise no crédito começar.
Uma ideia, referida no link acima, seria de libertar dinheiro do Estado para ajudar a relocar os activos da GM, Ford e Chrysler, dado que, com a crise no crédito, parece ser díficil para estas empresas entrar em processo de falência normal e venderem partes eficientes dos seus activos.
Quanto à ideia de que a economia neste momento pode precisar de um estímulo remeto isso para uma análise aprofundada noutro post.
No seu post Gonçalo refere uma notícia que se refere aos produtores de automóveis ingleses, que parece agora estar mais longe de vir a acontecer.
Gonçalo chama isto de um estímulo económico e remete-nos para um artigo, de Patrick Bolton e Joseph Farrell, que afirma:
We argue that although decentralization has advantages in finding low-cost solutions, these advantages are accompanied by coordination problems, which lead to delay or duplication of effort or both. Consequently, decentralization is desirable when there is little urgency or a great deal of private information, but it is strictly undesirable in urgent problems when private information is less important. We also examine the effect of large numbers and find that coordination problems disappear in the limit if distributions are common knowledge
Ora, no caso da indústria automóvel, pelo menos a mericana, a informação é já bastante pública há muito tempo de que esta indústria é ineficiente e já desde há muito tempo que é óbvio que esta não consegue sobreviver por si só. Por outro lado, invocar a crise do crédito para justificar um bailout para esta indústria passa ao lado do facto de que esta indústria já estava a necessitar de ajuda muito antes da crise no crédito começar.
Uma ideia, referida no link acima, seria de libertar dinheiro do Estado para ajudar a relocar os activos da GM, Ford e Chrysler, dado que, com a crise no crédito, parece ser díficil para estas empresas entrar em processo de falência normal e venderem partes eficientes dos seus activos.
Quanto à ideia de que a economia neste momento pode precisar de um estímulo remeto isso para uma análise aprofundada noutro post.
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