Quando os anglicismos atingem níveis ridículos.
(O título dá a sensação que "lay-off" é uma espécie de creme para as borbulhas)
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
4 anos de governo, com maioria absoluta
...não chegam para a "promoção da igualdade é o combate a todas as formas de discriminação e a remoção, na próxima legislatura, das barreiras jurídicas à realização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo". Serão precisos mais 4...
No jugular, já se dedicam a atirar foguetes antes da festa.
Porque, como sabemos todos, José Sócrates cumpre sempre o que promete. Pelos vistos, nem todos estão tão excitados.
No jugular, já se dedicam a atirar foguetes antes da festa.
Porque, como sabemos todos, José Sócrates cumpre sempre o que promete. Pelos vistos, nem todos estão tão excitados.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Vamos antes discutir o tempo
Em resposta, o ministro das Finanças retorqiu: "Mais do que discutir se deve ou não ser decretada a recessão, o mais importante é decretar as medidas que são necessárias para enfrentar as dificuldades que advieram desta conjuntura".
Mas não é o orçamento que está em discussão? E esse orçamento não inclui previsões de despesas e receitas com base em previsões sobre crescimento cada vez mais impossíveis? O que está em discussão não é se "deve ou não ser decretada a recessão", mas se faz sentido aprovar um documento-plano para as despesas e receitas do Estado que se sabe, à partida e com a melhor informação disponível, que não pode ser cumprido.
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Prioridades
Comissão Europeia considera “inaceitável” que Portugal não garanta água potável para todo o país
Mas vamos ter um aeroporto novo em Lisboa e ligação TGV ao Porto.
Uma questão: Se gastarmos dinheiro a pagar multas à UE por não cumprir a regulação, será que estes gastos públicos também têm o efeito multiplicador?
Mas vamos ter um aeroporto novo em Lisboa e ligação TGV ao Porto.
Uma questão: Se gastarmos dinheiro a pagar multas à UE por não cumprir a regulação, será que estes gastos públicos também têm o efeito multiplicador?
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Leituras Recomendadas
Rui Tavares: Portugal é um problema político
Mas Portugal é um problema político e, em particular, de cultura política. No último século tivemos mais "suspensão" da democracia do que democracia, e pelos vistos não deu tempo para arrumar a casa. Já em democracia, o maior partido da oposição queixa-se sempre da "ditadura da maioria absoluta" para nas eleições seguintes exigir logo uma maioria absoluta, sem a qual não poderá arrumar a casa - e, ainda assim, a casa não fica arrumada. As nossas elites, por não terem realizações de monta, só se julgam elites se forem empurrando o povo para baixo - o que ajuda à desconfiança geral da democracia. Como sociedade, nunca experimentámos deliberar em conjunto sobre nada, desde a localização do aeroporto à autonomia das escolas. Mas isto não é só um problema do "centrão": os dois partidos mais à esquerda adoram ser oposição e nunca arriscam sujar-se no poder. Correr o risco de ouvir o povo sobre a Europa, enfim, é melhor nem falar. Correr qualquer risco já é mau.
Portugal é um problema político: chama-se falta de coragem democrática
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Eu não devo um tostão a esses gajos
Comunicado da Presidência:
2. O Prof. Cavaco Silva e a sua Mulher:
a) nunca contraíram qualquer empréstimo junto do BPN;
b) não devem um único euro a qualquer banco, nacional ou estrangeiro, nem a qualquer outra entidade.
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Presidente da República
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Explica lá essa, se faz favor?
O ministro manifestou ainda o seu desagrado com a atitude assumida pelo presidente checo, Vaclav Klaus, que à margem de uma visita oficial à Irlanda, na semana passada, se reuniu com o líder da campanha pelo ‘não’ no referendo ao Tratado de Lisboa de Junho passado, Declan Ganley.
“Acho que foi um exercício de mau gosto. A solidariedade deve funcionar nos dois sentidos: as minorias devem respeitar as maiorias, como as maiorias respeitam as minorias”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros português.
in Publico.pt
Alguém me explica esta afirmação de Luis Amado e a sua relação com o parágrafo anterior? Respeitar as maiorias, que votaram não no referendo ao Tratado de Lisboa, significa não ouvir as suas ideias, e assumir, paternalisticamente, que os eleitores são todos burros e votaram contra o Governo e não contra o Tratado em si? Ou, como na maioria da União Europeia, aprovar o Tratado no Parlamento, por receio a que um referendo não passe?
Adenda: Quanto ao assunto principal do artigo, é engraçado como Durão Barroso passou de político odiado para o político adorado por todos os portugueses a partir do momento que foi para a União Europeia.
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Tratado de Lisboa
sábado, 15 de novembro de 2008
Todo o investimento público possível
O nosso PM José Sócrates resolveu que chegou a altura de começar a pensar na economia real, prometendo todo o investimento público possível.
Só uma questão? Isso é para além das duas linhas de TGV, do novo Aeroporto de Lisboa, da nova ponte sobre o Tejo, do Magalhães, etc.? Mas o governo não estava já a fazer todo o investimento público possível e imaginário? Ainda é possível mais? Será que vamos conseguir chegar aos défices com dois dígitos?
Só uma questão? Isso é para além das duas linhas de TGV, do novo Aeroporto de Lisboa, da nova ponte sobre o Tejo, do Magalhães, etc.? Mas o governo não estava já a fazer todo o investimento público possível e imaginário? Ainda é possível mais? Será que vamos conseguir chegar aos défices com dois dígitos?
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